Aberto o Festival de Magia

É, eu sei, hoje é dia 15, hoje é a estreia do ultimo Harry Potter e eu não disse uma unica palavra sobre o bruxinho aqui no Arena e muita gente acha que é porque eu não gosto dele… Bom, isso de eu não gostar dele é até verdade, mas não é o motivo dele não estar aqui. O motivo é que, independente de qualquer coisa, ele não é brasileiro e um dos principais objetivos do Arena é divulgar a lit. nacional.

Entretanto, outro de nossos objetivos é trazer novidades e acompanhar o que os leitores estão curtindo no momento, então é obvio que o lançamento deste filme me deixou num impasse. Maaaas, nada que nós aqui do Arena não pudéssemos resolver! E se nós fizessemos um Especial Magia para vocês?
Um especial que pretende abordar as artes misticas e a magia presente na Lit. Fan. Nacional. Começaremos hoje com a resenha do “Filhos de Galagah” e do “Senhor das Sombras” do Leandro Reis que estará lançando amanha o ultimo volume da trilogia…
É pouco? Então que tal uma matéria do próprio autor sobre a magia em Grinmelken???? Melhorando não? Ainda neste especial teremos um top 10 magia e um post dedicado ao evento mais FANTASTICO(N) da lit. nacional!

Ah, e não se esqueçam de participar do sorteio de Os Filhos de Galagah, Aqui!
Então é com orgulho que eu declaro oficialmente aberto o Especial Magia do Arena Fantástica. Divirtam-se!!!

Resenha “Os Filhos de Galagah”

Por Ninive Leikis

Antes de mais nada, que fique bem claro que Leandro Reis (@Radrak) me deve uma manicure! Durante a semana que me dediquei à leitura de seu livro de estréia “Filhos de Galagah”, não só devorei cada linha com fome atroz, como destrui as minhas unhas em cada instante de tensão e expectativa (que não foram poucos, acredite-me!)

A trama mais do que interessante, contada com uma das melhores narrativas que vi recentemente, me deixou sentada na cama além da hora, curvada sobre as páginas de um livro, exatamente da maneira que eu adoro. Desesperada para chegar ao fim, e com medo de ter que dizer “tchau”.

A história somada a maneira que esta é contada não teriam um sabor tão adstringente (e quando digo isto, não o digo como uma crítica negativa. É um gosto que fica na boca por muito tempo, cutucando-nos para que peguemos o livro e não o soltemos até ter chego ao fim. E depois irá te perturbar para ir atrás da continuação.) se não fossem pelas personagens que povoaram este mundo novo impresso em papel branco.

Me encantei com Sephiros e Gawyn, ri ao lado deles, e me comovi com suas tragédias, sem, em momento algum, deixar de me impressionar por sua força de caráter e de vontade. Berrei com Airon quando foi necessário, e abracei Elaine desesperadamente, quando esta se encontrava inconsolável. Em Galatea e Ethan enxerguei a coragem e a fé de verdadeiros paladinos, os admirei por isso e, mesmo nunca tendo simpatizado com a “classe” (eu sempre joguei como ladina, com licença… hehehe), quis pegar em armas e lutar ao lado deles, pelos valores deles.

Temi Enelock como uma criança, e senti o sangue correr mais devagar, gelado de pavor, quando Merkanos estava há apenas poucos passos.

Se me dessem a oportunidade teria saltado em uma das carroças da Companhia de Dalmut para viajar ao lado deles por Grinmelken, ou pego em armas e decapitado Sukemarantus, como ele merecia! E admito, sem vergonha alguma, que teria me sentido honrada em aprender a arte da espada com Módius e Tenários.

E, depois de tantos amigos e inimigos citados, me reservo o direito de ter meus três favoritos, ainda inéditos neste texto. Estes me conquistaram de uma maneira diferenciada. Não que não tenha me comovido com os demais, mas estes três dominaram sobre uma parte de mim que normalmente permanece vazia. Vanliot, o Bobo da Corte; Thomasil Goldshine, o príncipe de Galagah; Iallanara Nindra, a Bruxa Vermelha. Foram as aparições destes, seus sonhos e suas descrenças, seus dramas e suas dificuldades que me arrancaram sorrisos, lágrimas secas, taquicardias inesperadas e até mesmo unhas! Se eu fosse explicar o que neles me cativou, acabaria dizendo detalhes cruciais, que arruinariam o seu divertimento. Só posso dizer que, de certa forma, estes foram os três mais humanos da história, e, por isso, foi a perspectiva deles que me soou mais próxima, mais palpável e, por isso, mais atraente.


Resenha “O Senhor das Sombras”

Por Ninive Leikis

Novamente, Leandro Reis armou uma armadilha para todos nós. Foi colocada cuidadosamente logo na primeira linha do livro, e é programada para soltá-lo, em parte, única e exclusivamente, quando alcançar o final. Esta armadilha prende o seu corpo a um transporte intangível que o levará por uma viagem inesquecível, recheada de tudo e mais um pouco. Uma vez mais, fui encantada pela maneira palpável com a qual @Radrak recita suas histórias, era como estar ao lado dele sendo capaz de ver o brilho de seus olhos por trás dos óculos, ou, mais ainda, era como estar no meio dos heróis, se preparando para empunhar as armas e avançar na direção dos inimigos, cruzando as planícies bárbaras como se fôssemos parte daquele mundo, sedentos pela pós-vida dos mortos vivos liderado pelos comandados de Enelock.

Contrastando com o primeiro livro da trilogia, no qual houveram muitos diálogos, planos, ameaças e viagens, este livro conta com uma palavra essencialmente, que se expressa de duas maneiras distintas, mas não paralelas. E esta palavra é: conflito.

Neste trajeto conhecemos mais à respeito de Iallanara Nindra (o rubi brilhante dos meus olhos), também chamada de Bruxa Vermelha, e uma das personagens com o histórico e personalidade mais complicados de todo o grupo que acompanha a princesa e campeã sagrada Galatea Goldshine. E não somente sobre ela obteremos conhecimento, mas também sobre aquele que tornou a vida da Templaris um inferno, e também deu nome ao livro, Sukemarantus, o senhor das sombras. Adoraria dizer exatamente o que sabemos sobre eles, mas…    LEIA MAIS ->

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