Especial Adriano Siqueira – Parte 2


E aí, pessoal? Tudo bem?

Espero sinceramente que tenham gostado do texto de ontem, pois agora, conforme combinado, segue a segunda parte do especial Adriano Siqueira, com mais um texto de sua autoria. Desta vez nosso querido Lorde Dri nos ensina de uma forma bem didática como nos defender de um mal que muitos julgam não existir: Os temíveis Vampiros de Energia. Agora, se eles são reais ou não, isso eu já não sei, mas o folclore da literatura fantástica nacional esta aí para nos brindar com diversos contos e causos que são não apenas reais, mas também fatais! Acreditar ou não é direito de cada um, mas por via das dúvidas já estou preparando minhas defesas… E vocês?

Will.

DEFESA E ATAQUE AO VAMPIRO DE ENERGIA

Por Adriano Siqueira

A energia dos ataques não é sólida, por isso o uso de material sólido para proteção às vezes é ineficiente.

Existe uma pedra com o nome de Cactonica. É um mineral usado como talismã para proteger das más energias e ataques psíquicos.

As barreiras psíquicas são muito usadas neste caso. Existem exercícios básicos para deixar o corpo completamente protegido de qualquer ataque. O mais conhecido é o mirror-mirror, que faz o Vampiro de Energia sugar a sua própria energia pensando que está sugando a dos outros.

 Como o cérebro humano não reconhece mentalmente a energia, ele trabalha apenas usando material sólido. A projeção de uma parede psíquica deve ser construída usando matérias que o cérebro conhece bem. O material sólido, então, deve ser construído como uma barreira mental.

A prática do uso de uma energia baseando-se em materiais concretos é correta mesmo! Nosso pequeno cérebro é lento em aprimoramentos da energia. E como o convívio em sociedade representa 80% da nossa vida – sendo os outros 20% apenas destinados ao convívio com animais e exercícios básicos de relaxamento – nada melhor do que abraçar o que conhecemos, o que estamos dividindo para mais tarde transformar em forma de defesa.

 O uso de objetos para focalizar a nossa energia e transformá-la em confiança e fé já vem de tempos passados. Assim foram criados os deuses nas pedras, os símbolos, os pentagramas e o tetragamatrom. Mesmo as figas e patas de coelhos são instrumentos que até hoje têm a sua importância.

Mas é comum direcionarmos nossa energia a algo neutro. Até hoje temos o famoso “ponto de referência” que algumas mulheres usam no parto. Elas se concentram em algum material concreto em cima de uma mesa para canalizar a dor para aquele objeto em questão e este direcionamento sempre ajuda a diminuir o sofrimento.

Muito ainda se pode fazer com a auto-hipnose. Pode-se transferir o nosso endereço energético (todo mundo tem um nível de energia diferenciado) para um simples anel e caso alguém queira prejudicá-lo, a energia negativa vai para o anel, enganando o ameaçador.

A energia é diferente em cada um e, por vezes, conhecemos o atacante pela energia que ele tem.

Essa energia é geralmente detectada pelas cores e em alguns textos pode também ser detectada pelo cheiro. Isso mesmo. A energia tem cheiro e, dependendo do ataque, pode causar náuseas e vômitos, como vazamento de gás de cozinha.

Algo importante a esclarecer é que não é preciso olhar para ninguém para sugar a energia ou mesmo para atacar. Deve-se entender que OLHAR, CHEIRAR, OUVIR, são artifícios puramente naturais dos seres vivos. Para quem desenvolve os poderes e compreensão de uma energia vampírica, não há mais necessidade de usar esses atributos. O conhecimento é tão vasto que o cérebro já reconhece a energia e pode doutriná-la da forma que achar melhor. Então você não precisa se prender a esses sentidos puramente humanos para usar a energia. Você não precisa mais olhar para ver. A sua mente vê a energia sem os olhos. Os cegos não precisam olhar para sugar a energia, eles usam a mente para tudo e é assim que deve ser.

VER e SENTIR tem um significado muito diferente para quem procura maior conhecimento na energia. Seus métodos para ver a energia podem não ser os mesmos que sentir ou se alimentar dela. O procedimento é lento até que realmente sinta a energia fluir em seu corpo.

Devemos sempre conhecer muito a nossa própria energia. Ela tem seu próprio “endereço”, é como o DNA. Por isso, quanto maior o conhecimento da sua energia, maior será a percepção para o conhecimento de uma nova energia.

A adrenalina pode alterar a energia, por isso, quando fizer muito esforço para sugar uma energia, deve-se ter cuidado para não achar que a sua energia alterada pela adrenalina seja outra energia. Sendo assim, evite esforços físicos quando estiver analisando a energia dos outros. Isso exige muita concentração no começo, mas com muito treinamento sentirá facilmente as energias sendo sugadas por seu cérebro sem muitas dificuldades.

 

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Uma resposta em “Especial Adriano Siqueira – Parte 2

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